7 de fev de 2017

Macacos: Sentinelas para a Febre Amarela Silvestre

Veja a entrevista abaixo, na íntegra, realizada em coletiva de imprensa no município de Caratinga:





Saúde investiga as mortes de macacos com suspeita de febre amarela silvestre na região e alerta sobre a importância de preservação dos primatas. Durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (26/01), o especialista em Políticas e Gestão de Saúde, Fabiano Martins, informou que os municípios da área de abrangência da Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Coronel Fabriciano, já apresentam 59 registros de epizootias, ou seja, macacos mortos.
A maioria das carcaças de macacos, segundo ele, foi encontrada em Caratinga (cerca de 50%). Fabiano disse que os registros são feitos de acordo com as denúncias da população recebidas pelos serviços de saúde. Ele afirmou que na área da Regional de Saúde de Fabriciano já foram encontrados não só barbados mortos, como também macacos de outras espécies com os nomes científicos Callithrix e Callicebus personatus.
Devido ao aumento dos casos suspeitos de febre amarela em Minas Gerais, os macacos acabaram se transformando em vilões. Os macacos são tão vítimas quanto os humanos. O macaco, principal hospedeiro e vítima da febre amarela, é sentinela, indicando que o vírus está circulando em determinada região. Fabiano alerta para que os macacos sejam preservados, pois eles não transmitem a febre amarela. “É importante ressaltar também que quem violenta o primata está cometendo um crime ambiental e pode sofrer penalidades”.
A febre amarela silvestre é transmitida através da picada de mosquitos Haemagogus e Sabethes, que vivem em matas e vegetações à beira dos rios. Quando o mosquito pica um macaco doente, torna-se capaz de transmitir o vírus a outros macacos e ao homem. “A fêmea do mosquito para se reproduzir precisa do sangue. Ela [fêmea] vive nas copas das árvores, assim como os primatas, que são arborícolas. Então, esse sangue é que ela vai buscar. Se esse animal começa a se rastejar porque já está doente, ele ficará mais próximo das pessoas e elas terão a impressão de que o macaco está manso. O comportamento dele está diferenciado devido à doença. Ele não trará nenhum risco à pessoa de transmitir a febre amarela, mas é importante que as pessoas tenham precauções, porque os primatas podem transmitir outras doenças”.

INVESTIGAÇÃO

A mortandade dos macacos está sendo investigada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Caratinga. A equipe de vigilância em epizootias composta pelo Fabiano, pelo técnico em Gestão de Saúde, Manoel Carlos, e pela médica veterinária do município, Clara Romanzotti, está realizando um trabalho de georreferenciamento, ou seja, um mapeamento das áreas geográficas onde foram encontrados macacos mortos.
Os materiais biológicos dos primatas que vieram a óbito em até 24 horas também estão sendo coletados para investigação e confirmação da suspeita de febre amarela silvestre. Fabiano explicou que os animais são submetidos a uma necropsia e são coletados fragmentos do fígado, baço, rins, pulmão, coração, cérebro. As amostras coletadas são enviadas para a FUNED (Fundação Ezequiel Dias), em Belo Horizonte, para investigação e confirmação da causa das mortes dos macacos.
Fabiano reforçou que a carcaça do animal não oferece viabilidade técnica para a realização do exame de necropsia. O especialista do Estado recomenda que as pessoas e os órgãos parceiros, como a Polícia Ambiental, comuniquem o encontro de macacos mortos dentro do prazo de 24 horas, para que os técnicos tenham condições de fazer a coleta das vísceras dos animais para análises laboratoriais.
“O objetivo desse trabalho é fechar o diagnóstico da circulação do vírus da febre amarela. Então, nossa finalidade é identificar esse vírus nos animais. Também temos outra frente de trabalho que é a entomológica, que vai verificar a presença desse vírus nos artrópodes, nesses insetos, que são os transmissores da doença”. A orientação para a população é não tocar no animal morto e informar as autoridades de saúde de seu município.

Disponível em TV Super Canal: Saúde investiga mortes de macacos por suspeita de febre amarela e alerta para preservação dos primatas

9 de fev de 2016

Voltando a ativa

to-de-voltaApós cerca de 4 anos sem publicar nada neste Blog, muita coisa aconteceu em minha vida. Outro foi criado e dediquei parte do meu tempo a alimentá-lo, mas agora, este espaço terá uma nova formatação. Voltada para questões relativas a saúde especificamente.

19 de fev de 2012

Santa Luzia faz Grito de Carnaval!


ESTRATÉGIA DE SÁUDE DA FAMÍLIA DE SANTA LUZIA-CARATINGA-MG
PROMOVENDO A SAÚDE E DEFENDENDO A VIDA!


GRITO DE CARNAVAL AIDS TÔ FORA

Em sintonia com a Campanha do Ministério da Saúde para o Carnaval 2012, a Estratégia de Saúde da Família de Santa Luzia, também cai na folia de conscientização, lancando o Grito AIDS TÔ FORA.
Com o apoio do NASF, Núcleo de Apoio a Saúde da Família e parceria com a Escola Estadual Maria Fontes, no dia 16 de fevereiro Santa Luzia parou para a mobilização de combate a AIDS e doenças sexualmente transmissíveis.
O Grito "Santa Luzia preste atenção, combate a AIDS é com prevenção" ecoou por todas a ruas, através de uma passeata, com marchinhas de carnaval e muita informação, não faltaram colares havaianos e faixas alusivas a campanha para darem aquele colorido.
O nosso recado foi dado, o trabalho é apenas o pontapé inicial de um projeto que se estenderá por todo o ano letivo, nas Escolas estaduais, Maria Fontes e Maria Alves.
Na empolgação pode rolar de tudo. Só não rola sem camisinha.Tenha sempre a sua.


A VIDA É MAIS FORTE QUE A AIDS
USE CAMISINHA!

28 de jan de 2012

Vacinação Contra Febre Amarela em Santa Luzia - Caratinga MG


Comunidade da Fazenda Rio Doce, ao final da vacinação.

Técnica de Enfermagem Etelvina realizando imunização

Comunidade do Zé Quitéria

Enfermeiro Fabiano realizando imunização
Desde outubro de 2011 intensificamos a vacinação da população contra Febre Amarela e contra o tétano. A última campanha para vacinação em massa foi realizada em 1999 e 2001, quando ouve em Brasília DF, casos de febre amarela detectados e confirmados em primatas.
Além da realização de imunização na sede, em Santa Luzia distrito de Caratinga, para facilitar o acesso e atingir o percentual recomendado pelo Ministério da Saúde, realizamos visitas nas comunidades Zé Quitéria e Fazenda Rio Doce, a população aderiu a campanha, propagada pelos agentes e com o trabalho em equipe alcançamos todas as áreas cobertas pela ESF de Santa Luzia e imediações.
Fazenda Rio Doce

9 de jan de 2012

Força Estadual de Saúde


SES cadastra voluntários para Força Estadual de Saúde

Com mais de 87 municípios enfrentando sérios problemas com a chuva que tem castigado o estado nas últimas semanas, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG) vai constituir, em caráter emergencial, a Força Estadual de Saúde.



O objetivo é assistir aos pacientes que, devido aos estragos provocados pelas águas, estão com dificuldades de acesso aos hospitais e às Unidades Básicas de Saúde (UBS) e não encontram meios para garantir a continuidade de seus tratamentos, como hipertensão, hemodiálise, entre outros procedimentos, como atendimentos de casos agudos e socorro às vítimas e, desta forma, reduzir as seqüelas e mortes evitáveis. A SES também irá levantar a rede de assistência das regiões afetadas para facilitar o encaminhamento dos pacientes quando necessário.



A secretaria vai contar com 20 caminhonetes 4 x 4 para transportar as equipes de voluntários e os insumos (medicamentos e material médico). Os voluntários vão receber uma ajuda de custo de R$386 para custeio das despesas pessoais (alimentação e hospedagem).



Segundo o Secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Antônio Jorge de Souza Marques, o objetivo é cadastrar 60 voluntários entre médicos, enfermeiros e psicólogos que ficarão sob a coordenação da Defesa Civil Estadual. A equipe deverá atuar no mínimo cinco dias e no máximo 30 dias nos municípios.



“É uma ação de solidariedade com os atingidos. Para garantir assistência médica ágil às pessoas e, principalmente, permitir que os tratamentos e medicações controladas não sejam interrompidos pela catástrofe, prejudicando a saúde dos pacientes ou a eficácia dos tratamentos”, explicou.



O secretário ainda ressaltou que a Secretaria Estadual de Saúde tem como parceiros nesta iniciativa os Conselhos Regionais de Medicina, Enfermagem, Psicologia e Associação Médica.



Os profissionais interessados em participar podem se cadastrar no site da Secretaria de Saúde: http://www.saude.mg.gov.br/destaques/forca-estadual-de-saude-de-minas-gerais-formulario-de-cadastro



Dúvidas e outros detalhes, nos seguintes telefones: (31) 3915-9882/ (31)3915-9874 ou pelo e-mail urgencia@saude.mg.gov.br



Kits de Atendimento às Calamidades

O Governo de Minas já colocou à disposição, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), os “Kits de Atendimento às Calamidades” para a população de municípios afetados pelas chuvas. Estão sendo distribuídos também medicamentos, de acordo com a demanda apresentada pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec-MG).



Os “Kits de Atendimento às Calamidades” contém itens que atendem às principais necessidades dos municípios, para a prevenção e o atendimento em casos de enfermidades decorrentes do período chuvoso, como amoxicilina, analségicos, paracetamol, sais de reidratação e sulfametoxazol, entre outros medicamentos.



Ações de prevenção

A Diretoria de Vigilância Ambiental da SES-MG vem atendendo aos pedidos das Regionais de Saúde em todo o Estado. Para as Regionais de Belo Horizonte, Divinópolis, Ponte Nova e Manhmirim, responsáveis por 159 municípios, foram liberados 44 mil frascos de Hipoclorito de sódio 2,5%, que é utilizado na desinfecção de água para consumo humano. Para a Regional de Ubá, houve o envio de soro antirrábico, soro antibotrópico e antiaracnídico, para atendimento emergencial.



A SES-MG garante também a vacinação nos municípios mais afetados. A vacina contra o tétano (dupla adulto) é a mais solicitada no período chuvoso. As 28 Superintendências/Gerências Regionais de Saúde estão com estoque garantido e as doses são encaminhadas de acordo com demanda dos municípios.



Ações de prevenção

Ações preventivas também têm sido realizadas pelos agentes da Secretaria de Estado de Saúde. Algumas delas são as seguintes:





Contatos constantes com a Defesa Social para levantamento de informações sobre os municípios atingidos;



Repasse de Nota Técnica para as Regionais atingidas informando os cuidados para evitar a ocorrência de

Leptospirose frente as enchentes;



Orientação da situação do município de Itaguara, que estava sem abastecimento de água;



Vigilância da qualidade da água para assegurar a potabilidade;



Repasse do alerta meteorológico para as Regionais de Saúde;



Impressão e distribuição de impressão de material educativo em caráter emergencial;



Atualização de dados epidemiológicos relacionados à Leptospirose e Acidentes pó Animais Peçonhentos nas Regionais de Saúde atingidas.

Além disso, a SES-MG irá realizar uma videoconferência operacional de emergência com as regionais atingidas pela chuva amanhã, sexta-feira (06/01), às 10 horas da manhã.



Os municípios que têm tido um acompanhamento mais intensivo pela Diretoria de Vigilância Sanitária até o momento são os seguintes: Visconde do Rio Branco, Itabirito, Belo Horizonte, Raul Soares, Congonhas, Guiricema, Guidoval, Ubá, Contagem, São Sebastião do Rio Preto, Poço Fundo, Brasília de Minas, Santo Antônio do Rio Abaixo, Ouro Preto, Brumadinho, Dona Euzébia, Cataguazes, Cipotânea, Moeda, Santana do Jacaré, Matipó, Bonfim, Lamim, Itaguama, Itaguara, Oliveira e Muriaé.



Medicamentos ofertados pela FUNED

A Fundação Ezequiel Dias (Funed) informa que tem disponível para doação os seguintes medicamentos: Metildopa 500 mg - 796.500 comprimidos -validade junho/2012; Sulfametoxazol + Trimetoprima 400+80mg – 133.000 comprimidos – validade março/2012; Loratadina 10mg – 1.240.000 comprimidos – validade agosto/2012.



Os medicamentos geralmente são solicitados pela Defesa Civil, responsável pela distribuição. Mas os medicamentos também podem ser doados diretamente para municípios que tenham necessidade.



Agência Minas, acesse aqui as notícias do Governo de Minas. Acompanhe também no http://www.youtube.com/agenciaminasgerais









Autor: Juliana Gutierrez

http://www.saude.mg.gov.br/noticias_e_eventos/ses-cadastra-voluntarios-para-forca-estadual-de-saude-1

8 de jan de 2012

Vacina contra hepatite B um direito até 29 anos ! Vacinar é o melhor remédio

Fonte da imagem: http://istemetodoscontraceptivos.blogspot.com/2008/01/hepatite-b-existe-uma-vacina-mas-no-h.html
Quem tem até 29 anos já pode tomar vacina contra hepatite B


LOC/REPÓRTER: A partir deste ano, quem tem até 29 anos vai poder se vacinar contra a hepatite B. A faixa etária para vacinação, que até o ano passado era de 24 anos, foi ampliada pelo Ministério da Saúde. A medida passa a valer a partir deste mês. A hepatite B é uma infecção do fígado que nem sempre apresenta sintomas, mas que pode evoluir e se tornar uma doença crônica. A transmissão pode ocorrer pela relação sexual desprotegida e pelo compartilhamento de objetos contaminados como: lâminas de barbear e de depilar, escovas de dente, alicates de unha, instrumentos para uso de drogas, cirúrgicos e odontológicos. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ressalta a importância da vacina para a redução do número de casos da doença.




TEC/SONORA: ministro da Saúde – Alexandre Padilha



"As hepatites virais, que são chamadas hepatites crônicas de transmissão ou por endovenosa, por secreções, por doenças sexualmente transmissíveis; essas eu diria que são os grandes desafios para nós. Porque tem algumas como hepatite B que já temos vacinas. Então ampliarmos a vacinações têm permitido a redução do número de casos e a proteção. A proteção dos profissionais de saúde, proteção das gestantes, proteção dos jovens. Agora vamos ampliar a vacinação até aos 29 anos".



LOC/REPÓRTER: Só no ano passado, o Ministério da Saúde ampliou em 163 por cento a quantidade de vacinas compradas para a hepatite B. No total, foram investidos mais de 83 milhões de reais. O Sistema Único de Saúde oferece ainda a dose para pessoas de qualquer idade que correm mais risco de contrair a doença como profissionais de saúde, manicures, gestantes, bombeiros e policiais civis.



Reportagem, Alexandre Penido


Fonte: http://www.webradio.saude.gov.br/noticia.php?codigo_noticia=PDMS120018


4 de jan de 2012

Rio Preto x Rio Claro

Uma grande dificuldade, para nós profissionais que atuamos na área de Santa Luzia, é localizar um morador quando o mesmo dá como referência de moradia o nome do rio. Quando consideramos sua extensão dificilmente conseguiremos localizá-lo se não tivermos uma outra referência tendo em vista a sua extensão; mas uma coisa pode se perceber através das fotos.Uma pessoa que mora no Rio Preto, definitivamente não mora no Rio Claro e mais interessante é perceber isso agora nas cheias, onde, mesmo com um volume de chuva grandioso, o Rio Preto não fica com suas águas barrentas, ao contrário do Rio Claro.
O fato é tão curioso, que o meu instinto científico aguça minha vontade de descobrir qual propriedade, química, física ou mineral tem nessa água para que ela fique sempre assim, me lembra o Rio Negro no Amazonas, mas enquanto o projeto não sai dá cachola, as imagens dizem tudo. Vale a pena conferir.
Rio preto recebendo enxurrada nas margens, com coloração amarelada
e o seu leito permanece a mesma cor.

Este é o Rio Claro


Sua água de coloração característica de cheias.

Causos da ESF de Santa Luzia- Caratinga MG

Hoje, mesmo debaixo de chuva nos dirigimos a zona rural de Santa Luzia para realizarmos visita domiciliar; tendo em vista a necessidade de assistência  a saúde a dispensar; nos deparamos com muito barro, mas chegamos ao nosso destino e cumprimos o nosso objetivo. Fizemos a saúde acontecer sem medo, mas o retorno não foi nada fácil, no nosso caminho não havia uma pedra havia um morro, um morro no meio do caminho.
Este foi o nosso obstáculo, pelo menos parecia, até quando foram chegando os moradores para nos ajudarem a empurrar a ambulância morro acima.
 Uma  atitude de ombridade da comunidade, pois todos prontos com a força física, enchada em punho, conseguimos transpor o obstáculo, uma comunidade distante a uns 50 minutos de Santa Luzia, conhecida como Zé Quitéria, mostra-se solidária ao SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE.

Contamos com a solidariedade dos moradores

Disposição e solidariedade a serviço da saúde,
assim também construimos o SUS que queremos!





4 de nov de 2011

ENFERMAGEM 30 HORAS JÁ! PARTICIPE!

BannerAcabei de ler e assinar este abaixo-assinado online:


 Clique aqui e assine: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N9676


Pela Aprovação do PL 2295/2000 (Projeto de lei que regulamenta as 30 horas para enfermagem)


Eu concordo com este abaixo-assinado e acho que também concordaras.


O ‘Fórum Nacional 30 Horas Já: Enfermagem Unida por um objetivo’, participou no último dia 28.09, do Seminário sobre a Regulamentação da Jornada de Trabalho da Enfermagem, na Câmara dos Deputados, em Brasília. A intenção do Seminário promovido pela Comissão de Legislação Participativa (CPL) presidida pelo Deputado Federal Vitor Paulo, foi discutir a regulamentação da Jornada de Trabalho da Enfermagem em 30h semanais sem perdas salariais, buscar apoio de Deputados Federais para que o projeto entre na ordem do dia, seja votado e sancionado pela Presidenta Dilma. Estiveram presentes vários deputados, dentre eles Deputado Federal Rogério Carvalho (SE); a Deputada Estadual Rejane Almeida (RJ); a Deputada Federal Carmen Zanotto (SC); a Deputada Federal Rosane Ferreira (PR) com discursos de apoio ao projeto, porém solicitando mobilizações dentro da Câmara com quantitativo significante de profissionais da área para fazer pressão política. Os representantes das entidades a frente do Fórum Helga Bresciani (Aben); Antônio Marcos (Cofen); João Rodrigues (CNTS) e Solange Caetano (FNE) discursaram brilhantemente defendendo o projeto e informando a base da categoria à importância da criação dos Fóruns Estaduais para fortalecer a luta para aprovação do projeto, bem como referendando aos deputados que o DIEESE já realizou um estudo sobre o impacto financeiro com a aprovação do projeto que será mínimo. As discussões tiveram temas bastante relevantes como: 1ª Mesa de Debates: Tema - Regulamentação da Jornada de Trabalho: Implicações Éticas e Jurídicas no Trabalho da Enfermagem; 2ª Mesa de Debates: Tema - PL 2295/2000: Impactos financeiros, qualidade de vida dos profissionais de Enfermagem e a saúde da população; 3ª Mesa de Debates: Tema - Segurança do Paciente: desafios e perspectivas no processo de cuidar; Mesa Redonda: Tema - Possibilidades e Desafios do Movimento Organizado Nacional e Estadual. Ao final do evento a deputada Carmen Zanotto propôs que convocaria uma reunião com os líderes dos partidos com o Fórum Nacional 30h Já: Enfermagem unida por um objetivo. Estamos na luta!!!!






Na página da internet da Câmara dos Deputados é possível acompanhar todas as etapas do Projeto de Lei, acessando: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=17915




Referência: http://www.forumnacional30horasja.com.br/sitesed/ent/conteudos/noticia/8006708530634891/forum-nacional-30h-ja-enfermagem-unida-por-um-objetivo146-participa-do-seminario-sobre-a-regulamentacao-da-jornada-de-trabalho-da-enfermagem



3 de nov de 2011

Chapa 2 vencedora !! Eleições Coren MG 2011

Finalmente com 116 votos de frente a chapa 2 se consagra como vencedora das eleições do COREN MG.
Parabéns a todos que acreditaram! Com certeza, a vitória é de nossa categoria! Força enfermeiros(as).

1 de nov de 2011

Resultado Eleições Coren MG 2011!

RESULTADO PARCIAL DAS ELEIÇÕES COREN-MG 2011


Encerrou a apuração da metropolitana

Quadro I - ENFERMEIROS



Chapa 2 - 2176

Chapa 1 - 1605

Diferença 571

Aguardo novos resultados,
novidades postamos aqui!
Aguardem!


Nova Parcial às 20 horas:  Chapa 02 lidera com 428 Votos de Frente!!!!


Apurações do Interior:
Resultado Parcial de Montes Claros:


Chapa 2: 227 votos

Chapa 1: 107 votos

Resultado de Janaúba:

Chapa 2: 24 votos

... Chapa 1: 11 votos

Resultado de Divinópolis:

Chapa 2: 146 votos

Chapa 1: 55 votos

Resultado de Passos:

Chapa 2: 167 votos

Chapa 1: 58 votos

 Só expectativa !
Estamos quase lá!



Promovendo a Saúde Bucal em Santa Luzia!

A higiene bucal é a melhor forma de prevenir cáries, gengivite, mau hálito e outros problemas na boca. A higiene bucal ajuda a deixar os dentes saudáveis. Dentes saudáveis têm menos cáries, são limpos e ajudam a falar bem e mastigar corretamente os alimentos.




Com este pensamento e com uma linguagem didática,  a Dentista Rossana, juntamente com sua Thd Cristiane, que fazem parte da  equipe de trabalho da ESF de  SANTA LUZIA- CARATINGA- MG,  realizou atividade educativa na creche Municipal, em um dia muito especial, onde se comemorou o dia do dentista.


Não podemos deixar de registrar aqui nosso respeito e admiração mediante sua dedicação, carinho,e atenção a cada um de seus pacientes.


Parabéns pelo seu dia, tenho certeza que suas vitórias são mostradas nos rostos daqueles que recuperam o prazer de sorrir, em cada gesto, em cada olhar, em cada receita, está ali, além da excelência de um serviço prestado, a humanidade que nós profissionais de saúde devemos buscar diariamente !



29 de out de 2011

Incidente lamentável nas eleições CORENMG 2011




Presidente do CORENMG utilizando-se da máquina administrativa para atacar a Chapa2 que passo a descrever:


Como pode a Presidente do CORENMG, às vésperas da eleição (30 de outubro), manifestar através do E-mail institucional do CORENMG apoio à Chapa1, atacando integrante da Chapa2??!!! Não seria moral e ético, para dar transparência E SEGURANÇA JURÍDICA ao processo democrático, a instituição manter imparcialidade e neutralidade apesar da evidente preferência pessoal da Presidente do CORENMG à Chapa1??!! Lembro que a Chapa 2 não se resume ao Rubens Schröeder Sobrinho (que segundo a Telma Ramalho Mendes estaria a defender "interesses pessoais") ou à discussão sobre possíveis pendências administrativas da Chapa 2 já analisadas e superadas pela Justiça Federal. A escolha da maioria dos Enfermeiros, quer seja pela Chapa 1 ou Chapa 2, não pode sofrer influências, manipulações e desrespeito tão vis, nefastos e desleais dessa natureza!!



Precisamos repensar tanto na política convencional, como na representatividade dos eleitos para comandar o SISTEMA COFEN/CORENs, que ninguém pode se assenhorar dos espaços públicos para favorecer este ou aquele de sua preferência, nem para manifestar suas predileções pessoais em detrimento ao interesse da coletividade e aos princípios e valores republicanos do Estado Democrático e de Direito. (Sabedores que somos do quão prejudicial às categorias da Enfermagem fatos semelhantes e outros piores terem ocorrido no passado recente do COFEN, mácula que a atual gestão tenta diligentemente dissipar...)

O COFEN deveria intervir nisso em desagravo público aos componentes da Chapa 2 (cuja existência por si só já enriquece o espaço democrático que ora se reestabeleceu, infelizmente, por força de mandado judicial), Senhores Conselheiros Federais.

Historicamente, a partir desses conflitos e embates havidos, teremos a maior e mais complexa eleição (promovendo maior acesso e participação aos inscritos) já realizada pelo CORENMG (antes não seria assim): motivo de grande comemoração.



OBS: Mensagem postada no orkut Coren-MA pela Sra Drica Inês

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=13800077&tid=5666636682208347773

9 de out de 2011

Declaração de apoio a Chapa 2

Conforme email que recebi, repasso na íntegra a declaração de apoio de uma enfermeira e sua solicitação de participação nas comunidades do ORKUT para  fomentar a discussão:




"Oi Fabiano, parabéns pela iniciativa de colocar este blog http://fabianoenfermeiro.blogspot.com/2011/09/chapa-2-do-coren-mg-que-queremos.html, o qual acompanho.




Sou enfermeira, Minas Gerais, e tb apoio a chapa 2 porque não aguento mais o comodismo de nossos representantes que infelizmente não se preocupam realmente com a nossa situação.



Postei tópicos de apoio à chapa 2 para divulgação da mesma em várias comunidades do orkut, mas observo que a enfermagem mineira é muito devagar e pouco participativa! Não entendo isso!



Quando estava ocorrendo a eleição do Coren de São Paulo , não parava de surgir postagens novas no orkut sobre as chapas, principalmente nas comunidades "ENFERMAGEM" e "Enfermagem: jornada de 30 horas". Mas agora que acabou a eleição em São Paulo, parou tudo.



Os mineiros reagem pouco ou quase nada à isso. Não tem nenhuma postagem sobre a eleição do Coren de Minas nestas comunidades, somente esta que postei e mesmo assim ninguém participa! Apenas na comunidade ENFERMAGEM tem um pouco de participação!



A comunidade ENFERMAGEM é a mais participativa, mas precisa de mais movimento neste tópico de apoio á chapa 2.





Por isso estou pedindo à você que participe no orkut. Postei nestas comunidades tópicos de apoio à chapa2 :



ENFERMAGEM ( http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=271637&tid=5656970656258532023&na=2&nst=10)



Enfermagem: jornada de 30 horas (http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=21799622&tid=5660742535192584887&start=1)



Enfermagem A Arte do Cuidar ( http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=727316&tid=5660743699128722103&start=1)



Enfermagem - Um grande desafio ( http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=250502&tid=5660744845884990135&start=1)



PSF ( http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=295968&tid=5660747611843928759&start=1)



Enfermagem 30 Horas Semanais ( http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=5212776&tid=5660746134375178935&start=1)



Enfermagem sde Saúde Pública ( http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=826469&tid=5660748406412878519&start=1)



Enfermeiros de PSF ( http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=4917259&tid=5660748853089477303&start=1)



Em Defesa da Enfermagem ( http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=27076767&tid=5660749347010716343&start=1)



Ex-alunos EFOA/UNIFAL (http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=257453&tid=5660750021320581815&start=1)



Enfermagem Efoa/Unifal ( http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=430506&tid=5660749780802413239&start=1)

A união faz a força e a internet é a nossa maior ferramenta rumo a vitória da enfermagem!"



Abraços

7 de out de 2011

Comunicado Chapa 2 Coren MG

mensagem: Prezados (as) Amigos (as),


Saúde e Paz!



Finalmente o Coren-MG cumpriu a determinação da Justiça Federal e republicou o edital nº 3.



Somente agora podemos divulgar a nossa Chapa nº 2 de Enfermeiros.



Por favor não deixem de entrar no site e divulguem. A chance por Um Novo Tempo é agora.



Peço o seu voto para chapa nº 2 , oposição, pois somente assim teremos a chance de renovar nossos sonhos na busca da Democracia, e de uma Enfermagem Unificada, Fortalecida e Valorizada.



Rubens Schröder Sobrinho

https://sites.google.com/site/corenmgchapa2oposicao/


17 de set de 2011

Recursos públicos e o controle social

É dever de todo ente público informar a população, com clareza, sobre como gasta o dinheiro

e prestar contas dos seus atos. Essas informações devem ser dadas com uma linguagem

clara, que possa ser compreendida pelos cidadãos de uma forma simples.

Da mesma forma, os entes públicos devem incentivar a participação popular na discussão das

estratégias utilizadas para colocar em prática as políticas públicas, na elaboração do seu planejamento

e de seus orçamentos.


http://planejamentoestrategicoquasark.blogspot.com
/2007/09/gesto-pblica-participao-comunitria-e.html

Isso porque o orçamento é a lei na qual os governos (municipal, estadual ou federal)

deixam claro o que pretendem fazer com o dinheiro público. Nos municípios, essa lei é

votada uma vez por ano na câmara municipal. Esse é um bom momento para participar.

Em muitas cidades do Brasil, a população participa ativamente do processo do orçamento.

Nessas cidades, os moradores decidem como será utilizado o dinheiro da prefeitura e

acompanham de perto os gastos.

Para saber mais sobre o dinheiro público, cada cidadão também pode procurar os vereadores de

seu município. Eles têm o dever de fiscalizar o uso dos recursos públicos e de prestar informações

sobre a gestão governamental. A câmara municipal fiscaliza a prefeitura. O vereador deve acompanhar

de perto os gastos da prefeitura. A prefeitura presta contas à câmara municipal. O cidadão

fiscaliza todos.
 
É importante destacar que os órgãos federais também comunicam às câmaras municipais as

verbas transferidas aos municípios. Por sua vez, a prefeitura deve comunicar por escrito aos

partidos políticos, sindicatos de trabalhadores e entidades empresariais com sede no município a

chegada da verba federal.

Onde encontrar informações sobre o uso do dinheiro público
 
 
 
Na Educação
 
 
Conselho de Alimentação Escolar


• Secretarias de educação (do estado e do município)

• Vereadores

• Partidos políticos e sindicatos

http://www.fnde.gov.br/ - para saber quanto o seu município recebeu,

clique no botão "Serviços", em seguida no botão "Consultas on-line" e

coloque o nome do seu município.

• MEC - 0800 616161 - Fala-Brasil. Central de Atendimento do

Ministério da Educação (ligação gratuita)


Na  Saúde

Conselho Municipal de Saúde


• Secretarias da saúde (do estado e do município)

• Vereadores

• Partidos políticos e sindicatos

• www.saude.gov.br - para saber quanto o seu município recebeu, escolha

o assunto "Repasses Fundo a Fundo" na área "Índice de Serviços"

• 0800 644 8001 - Central de Atendimento do Fundo Nacional de

Saúde (ligação gratuita)

• 0800 611997 - Disque-saúde. Central de Teleatendimento do

Ministério da Saúde (ligação gratuita).
 
 
 
Lutar pela transparencia na aplicação dos recursos pbublicos é um direito do cidadão  consciente de seus direitos e deveres .
 
Toda administração publica deve ser baseada na ética e na transparencia.
 
Temos que despertar o nosso interesse para fiscalizarmos o que é feito com a nossa contribuição a minha a sua  da nossa comunidade (impostos), desde uma bala no supermercado, ou imposto de um bem que temos, como por exemplo um carro ou moto, ou lote, tudo é taxado, precisamos saber o que é feito com este dinheiro se está sendo aplicado corretamente.
 
Nas cidades premiadas com a sorte grande todos os programas são inspecionados, como por exemplo os programas na área de sáude, merenda escolar. educação, infra-estrutura e obras e agricultura familiar.
 
Cidadão é aquele que conhece seus direitos e deveres e sabe exercê-los, todos nós temos este direito e dele devemos nos apropriar.
 
Você  deve e tem o direirto de acompanhar e de controlar a aplicação de recursos públicos, deixando de lado os interesses pessoais é necessário que despertemos para novos valores e cada um dê a sua contribuição.
 
Os governantes devem conduzir os seus progranmas de governo de forma mais ética e transparente de nossa parte podemos participar mais ativamente deste processo buscando mais informações na câmara de vereadores e na prefeitura de nossas cidades sobre os valores e o destino que estas verbas devem ter.
 
A Lei da transparência é obrigatoria para todos os prefeitos, não sou eu que estou dizendo; mas a Controladoria Geral da União CGU.
 
Sendo assim pergunto no seu município existe transparência?
 
Então Participe e exija a aplicação correta dos recursos tanto na prefeitura como na câmara municipal.
 
 
Acredite nós enquanto agentes sociais podemos!
 
Baseado no http://www.amupe.org/download/Cartilha_ControleSocial.pdf
 
Canções populares
 
Sai, sai, sai ô piaba


Saia da lagoa

Sai, sai, sai ô piaba

Saia da lagoa



Põe uma mão na cabeça

A outra na cintura.



Da um remelexo no corpo,

E dê uma piaba no outro.

13 de set de 2011

Vacina para verrugas genitais gratuita no SUS

 O vírus HPV — sigla de papiloma vírus humano — é responsável por quase 100% dos casos de câncer no colo uterino. No Brasil, 4.800 mulheres morrem vítimas desse câncer a cada ano, segundo dados de 2008 do Instituto Nacional de Câncer (Inca). O Inca também afirma que o colo do útero é a segunda região do corpo feminino mais atingida pela doença, perdendo apenas para a mama. Entre as formas de prevenção contra o HPV, a vacina tem dado bons resultados, mas só é oferecida em clínicas particulares, a um preço médio de R$ 900.



http://www.robsonpiresxerife.com/blog/notas/
liberada-vacina-contra-hpv-para-homens/


Essa realidade, no entanto, pode estar prestes a mudar. Um projeto de lei do Senado (PLS 238/11), da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), assegura às mulheres de 9 a 45 anos de idade o direito de receber a vacina contra o HPV pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o país.



O projeto foi recentemente aprovado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Agora, está na Comissão de Assuntos Sociais, onde será debatido em decisão terminativa — segue direto para a Câmara caso não haja recurso para votação no Plenário do Senado.



Verrugas Genitais http://debbybruck.hubpages.com/hub/
Homeopathy-Genital-Warts-HPV-Gardasil

Segundo o Ministério da Saúde, um dos principais obstáculos para a oferta universal da vacina contra o HPV pelo SUS é o custo — R$ 1,857 bilhão, apenas para a cobertura da faixa etária 11 a 12 anos, o equivalente a quase o dobro do recurso utilizado para os 200 mil pacientes portadores do HIV tratados pelo SUS. Desde 2006, o Ministério avalia a incorporação da vacina contra o HPV na rede pública, mas até o momento não há previsão para que ela seja oferecida.



Além do custo, há também o fator de ser uma vacina recente. De acordo com o Ministério da Saúde, a duração da imunidade conferida pela vacina ainda não foi determinada, já que só começou a ser comercializada no mundo há poucos anos. Até o momento, só se tem garantia de cinco anos de proteção. O Ministério também acompanha o desenvolvimento de uma nova vacina contra o HPV que seria mais eficaz e, por isso, questiona se é o momento certo para se liberar a vacina atual pela rede pública.



Na CDH, a relatora do projeto, senadora Ângela Portela (PT-RR), reconheceu que a oferta gratuita da vacina teria um alto custo, mas alegou que os benefícios sociais e sanitários vão superar os gastos.



Vanessa Grazziotin exemplificou que vários países já usam a vacina apenas em áreas onde a incidência do câncer de colo de útero é maior, o que pode ser feito também no Brasil. A senadora afirmou que, há algum tempo, está dialogando com o Ministério da Saúde sobre o tema.



Fonte: http://www.senado.gov.br/noticias/Jornal/noticia.asp?codEditoria=521&dataEdicaoVer=20110802&dataEdicaoAtual=20110802&nomeEditoria=Especial+Cidadania

Comunicado Urgente Capa 2 Coren MG

Somente após o Coren-MG cumprir a determinação do Juiz de republicar o

edital 03, é que ´poderemos divulgar as propostas.

Enquanto isso estamos divulgando a liminar e os componentes da chapa,

é o que podemos por hora fazer.

Enquanto nosso COREN não reedita o necessário edital, ficamos na espectativa de não sermos prejudicados devido a tal morosidade. Aguardemos portanto ! Oremos!



Agrademos a atenção e o apoio.



Vamos nuir nossas forças para que a história de Minas seja Mudada para melhor.



Tão logo tenhamos as propostas liberadas divulgaremos.




Chapa 2 do Coren-MG que queremos ! Integrantes:


Integrantes do Quadro I –Chapa Nº 2 –Enfermeiro

http://www.enfermagempernambucana.net/


Efetivos:

Ana Ester Veloso Campos Prosdocimi: Enfermeira aposentada da Prefeitura de Belo Horizonte, possui especialização em Saúde Pública, Administração Hospitalar e Educação para Enfermeiro. Foi Enfermeira de CTI do Hospital Felício Rocho, participou da equipe interdisciplinar que elaborou o módulo da sensibilização em diabetes mellitus e hipertensão pela Secretaria Municipal de Saúde da PBH com a UFMG/Fundação Kellog.

Ângela de Fátima Vieira Silva: Enfermeira Obstetra,pós-graduada emGestão de Negócio (FGV-SP), Engenheira de Software, professora do curso técnico da FUNE. Foi Enfermeira RT do Hospital Santo Inácio, Enfermeira do Hospital Felício Rocho da Santa Casa de Belo Horizonte, Coordenadora do curso técnico de Enfermagem da FUNEC e Fiscal do Coren-MG.

Gilberto Gonçalves de Lima: Mestre em Educação Cultura e Organizações Sociais, Especialista em Enfermagem Gerencial, Professor da Fundação Universidade de Itaúna-UI, Coordenador da Atenção Primária de Saúde de Itaúna, Coordenador Administrativo de Pós Graduação da Faculdade São Camilo da Regional de Divinópolis, Membro do CIES (Comissão de Integração Educação Saúde) da Macro Regiãode Divinópolis. Foi Enfermeirodo Hospital São João de Deus de Divinópolis, Colaborador da Santa Casa e Hospital Otto Krakawer de Passos.



Lucio José Vieira: Doutor em Saúde Pública (EERP-SP), Mestre pela Universidade Federal de Minas Gerais, Professor Adjunto da EEUFMG, Diretor executivo da Revista Mineira de Enfermagem, Vice Diretor Adjunto de Enfermagem e Sub Coordenador da Residência Integrada Multiprofissional do Hospital das Clínicas da UFMG.

Maria Aparecida Ferreira Horta: Mestre, Enfermeira especialista em: Auditoria de Sistemas de Saúde (São Camilo),Obstetrícia (UFMG), Enfermagem do Trabalho (UMC-SP), Especialização em Curso de Especialização de Gerentes Hospitalares, professor titular da Universidade Salgado de Oliveira. Foi Enfermeira do Hospital Mário Pena, FHEMIG, Hospital Maria de Lourdes Drummond, MEDICOR, RT Fundação Lucas Machado, professora substituta EEUFMG, dentre outros.

Matildes Maria Barbosa: Enfermeira especialista em: Gestão Hospitalar no SUS (UFU-MG), Médico Cirúrgica (Escola Paulista de Medicina-SP) e Administração Hospitalar, Licenciatura em Enfermagem (PUC-SP), Enfermeira do CTI do Hospital de Clínicas da

Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e Professor da Universidade Presidente Antônio Carlos de Uberlândia. Foi Conselheira Municipal de Saúde e Presidente da Comissão de Ética do Hospital de Clínicas da UFU.

Orlene Veloso Dias: Mestre pela (UNIFESP-SP), Especialista em: Formação Profissional na Área de Enfermagem (UFMG-MG), Metodologia de Ensino Superior (UNIMONTES-MG), Bioética (UNIMONTES-MG), Auditoria (Faculdade São Camilo), Ativadora de Mudança de Formação de Profissionais na Área da Saúde (ENSP-FIOCRUZ-RJ), Professora da Faculdade de Saúde Ibituruna (FASI), Professora da UNIMONTES, Professora da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento de Ensino Superior do Norte de Minas (FADENOR), Orientadora de curso na modalidade EAD, Plataforma Moodle, no Projeto da Secretaria Estadual de Saúde, executado pelo SENAC Minas/Cursos de Gestão Micro Regional de Saúde na Regional de Montes Claros.

Raner Pacheco da Silva: Enfermeiro do Hospital Municipal de Contagem e Enfermeiro de Unidade de Pronto Atendimento Ressaca. Foi Enfermeiro da Prefeitura de Belo Horizonte.

Rubens Schröder Sobrinho: Especialista em Enfermagem do Trabalho (Universidade de Mogi das Cruzes), Licenciatura Plena pela UFJF, Enfermeiro Fiscal do Coren-MG a partir de setembro de 1986 (licenciado para concorrer ao pleito eleitoral do Coren-MG/2011), capacitado em ensino à distância pela Fundação Kellong –EUA, faz parte do Corpo de Jurados do II Tribunal de Júri de Belo Horizonte. Foi membro integrante da comissão de ética do Coren-MG, coordenou a unidade de fiscalização do Coren-MG (novembro de 2005 a fevereiro de 2008), foi membro integrante da comissão estadual de qualificação profissional do nível médio elementar do estado de Minas Gerais (buscando a qualificação do Atendente de Enfermagem), participou das discussões em Brasília do PROFAE, participou ativamente junto as lideranças e dos movimentos em Brasília em prol das 30 horas para os Profissionais de Enfermagem, foi candidato a Deputado Federal nas eleições 2010.

Suplentes:

Aline de Azevedo Sampaio: Especialista em Enfermagem em Nefrologia pela Faculdade de Ciências Médicas de Belo Horizonte, Enfermeira da Unidade de Nefrologia do Hospital das Clínicas da UFMG. Foi Enfermeira da Santa Casa de Belo Horizonte, Casa de Saúde Paulo Menicucci LTDA e Santa Casa de Misericórdia de Lavras e Clínica de Tratamento Nefrológico LTDA de Conselheiro Lafaiete.

Carlos Antônio da Silva: Coordenador de Enfermagem da Maternidade do Hospital São João de Deus de Divinópolis. Foi Coordenador da Atenção Primária de Saúde de Carmo do Cajurú-MG.

Diciney Rodrigues de Oliveira Leite: Especialista em Enfermagem do Trabalho, concursada desde 1995 na Fundação Municipal de Ensino Profissionalizante-FUMEP, ocupando o cargo de professor de educação profissionalizante.


Jaime Bernardes Bueno Junior: Enfermeiro do Pronto Atendimento do Hospital Municipal Odilon Behrens de Belo Horizonte, Enfermeiro da UPA Ressaca de Contagem, Realizou curso de Classificação de Risco de Manchester. Foi Enfermeiro de classificação de risco e assistencial das UPAS: GPV, Petrolândia e 16 de Contagem, UPA Barreiro de Belo Horizonte, UPA Guanabara de Betim e Enfermeiro de classificação de risco do Hospital Municipal de Contagem.

José Augusto Melado: Mestrando em Unidade de Terapia Intensiva (SOBRATI-RJ), Pós Graduação em Enfermagem de Alta Complexidade (Faculdade Gama Filho-RJ), Gerente de Enfermagem da Urgência e Emergência do Hospital de Urgência e Emergência Dr. Mozart Teixeira de Juiz de Fora. Participou do programa de atualização em Enfermagem Saúde do Adulto –PROENF.

Laise Conceição Caetano: Doutora pela EERP-SP, Mestre em Enfermagem Obstétrica pela UNIFESP-SP, Especialista em Enfermagem Obstétrica, Professora da EEUFMG-MG, acompanha estágio no Hospital Municipal Odilon Behrens. Tem experiência em Banco de Leite Humano e Aleitamento Materno, Assistência de Enfermagem, mãe e família.

Lucemar Antônia Sacchetto Guimarães: Especialista em Saúde Coletiva (UFMG), Enfermeira do Centro de Terapia Intensiva do Hospital Risoleta Tolentino Neves e da Unidade de Pacientes Críticos I –CTI Adulto do Hospital Júlia Kubitschek da rede FHEMIG.

Otilia Gavalda Goenaga Nascimento: Especialista em: Saúde da Família (UNIMONTES), Gestão em Saúde (ESMIG), Farmacologia (UNILAVRAS), Enfermeira da Emergência Cardiológica do Hospital Dílson Godinho de Montes Claros, Governadora Assistente do Rotary Clube, Distrito 4760, Montes Claros (Gestão 2011-2012).

Paula Cristina Cabral Inácio: Pós-Graduada em Gestão de Clínica (Instituto de Ensino Sírio Libanês –SP), Enfermeira RT da Maternidade Municipal de Contagem, efetiva na Prefeitura de Belo Horizonte no Programa Saúde Escolar.










8 de set de 2011

Eleições do Coren-MG 2011 são ADIADAS

Comunicado do Coren MG aos Enfermeiros
 
Para o fiel cumprimento da liminar concedida pelo MM. Juiz Federal da 21ª Vara, Dr. Daniel Carneiro Machado, a Comissão Eleitoral deste Conselho comunica que as eleições para renovação do plenário do COREN-MG, triênio 2012 - 2014 estão adiadas para assegurar a regularização da inelegibilidade que impediu o registro da chapa dos profissionais que recorreram à Justiça.



Portanto, não há tempo hábil para a manutenção da data de 11 de setembro de 2011 para a que as eleições sejam realizadas.



Ressaltamos que aguardamos posicionamento oficial por parte do COFEN quanto à nova data para realização do pleito, quando faremos novo comunicado aos profissionais.

Fonte: http://www.corenmg.gov.br/sistemas/app/web200812/conteudo/detalhes.php?noticia=290

7 de set de 2011

Mais recursos para o SUS

video
A Câmara dos Deputados estará mobilizada no próximo dia 20 de setembro para discutir o aumento dos recursos destinados à saúde pública no Brasil. Nesse dia, está prevista a realização de uma grande audiência pública para debater o projeto de lei que regulamenta a Emenda 29 A emenda prevê gastos mínimos obrigatórios dos governos federal, estaduais e municipais para a saúde.

5 de set de 2011

Para Mudar o Coren de Minas vamos votar na Chapa 2

Processo Eleitoral COREN-MG – 2011 – Pleito Eleitoral 2012-2014.



Após 35 anos da existência do COREN-MG, teremos pela primeira vez na

história de Minas Gerais, duas Chapas de Enfermeiros.


http://www.tudorondonia.com.br/userfiles/coren.jpg




A Justiça Federal, autos nº 42827-24.2011.4.01-3800, determinou que o

COREN-MG, inscreva a Chapa 2 de Enfermeiros e a republicação dos

Editais Eleitorais nºs 02 e 03, para regular andamento do processo

eleitoral.

Nos autos do processo o Meritíssimo Juiz cita: “Releva destacar que os conselhos profissionais devem agir sempre para facilitar, e não restringir, a inscrição de diversas chapas nas eleições, uma vez que é desejável, em qualquer pleito, pluralidade de concorrentes, o que privilegia a renovação da gestão dos Conselhos e garante a participação de grupos representativos de diferentes ideais da categoria profissional.”

“Não se pode perder de vista o que realmente importa no caso presente,

que a eleição seja um momento de idéias, de diálogo democrático, o que

restaria prejudicando caso o escrutínio fosse realizado com apenas uma

chapa em razão de formalismo estéreis prejudiciais ao fim último da

disputa eleitoral, qual seja, a participação democrática e

representativa dos profissionais na gestão e atuação dos conselhos.”

Infelizmente ainda não podemos divulgar as nossas propostas de gestão,

posto que, o COREN-MG não cumpriu ainda, a Determinação do Juiz de

republicar o Edital nº 03.



Finalmente teremos a nossa Chapa nº 2 de OPOSIÇÃO, próxima dos  Profissionais de Enfermagem, visando Democratizar, Unificar, Fortalecer e Valorizar o Processo Eleitoral da Enfermagem Mineira.





31 de ago de 2011

Flúor faz mal ?

Saúde pública: Água fluoretada, uma herança nazista





Em setembro de 2003, e lá se vão oito anos, uma petição internacional assinada por mais de 300 cientistas, químicos, técnicos e ambientalistas de 37 países, pediu a revisão, esclarecimento e discussão sobre os benefícios e malefícios da adição à água encanada do flúor, íon utilizado como preventivo de cáries.



Por Cláudia Rodrigues, no Opera Mundi



Atendendo à petição, foram apresentados vários estudos comprovando os riscos para a saúde geral do corpo, especialmente dos ossos, devido à ingestão desse potente agente químico que, quando ultrapassa apenas 1 ppm, já causa problema até nos dentes.



De lá para cá, muitas pesquisas vêm atestando ligações entre ingestão de flúor e doenças da modernidade. Autistas, por exemplo, não devem beber água fluoretada. Embora não haja confirmação de associação direta entre o flúor e a disfunção, sabe-se que ele potencializa os sintomas do autismo.



O problema da adição de uma droga, venenosa ou não, na água de todas as pessoas, é uma questão delicada. Até que ponto as autoridades têm o direito de institucionalizar um tratamento medicamentoso na água para todos os cidadãos de todas as idades? Sabendo-se da ligação entre tal produto e desencadeamento de patologias, como e por quais razões se mantêm a mesma diretriz?



A retirada, diante das evidências, bate na trave econômica e política. Subproduto da indústria do alumínio, o íon, que mata um corpo adulto com apenas cinco gramas, não pode ser simplesmente jogado na natureza.



A confiança inicial de que em doses ínfimas espalhadas pelas águas e alimentos no mundo, só faria bem aos dentes, evitando cáries, fez com que as políticas se consolidassem nesse gigantesco contrato comercial mundial, agora difícil de ser desfeito, especialmente em países em desenvolvimento que têm de um lado a população ignorante que aceita as decisões públicas e privadas sem questionamentos e de outro os concentradores de renda, que defendem o status quo a qualquer preço.



Alguns países, já a partir de 2003, outros antes, retiraram o flúor da água e passaram a adicioná-lo ao sal de cozinha, já que se consome menos sal do que água, o que reduziria o risco de ingestão excessiva do íon, cumulativo no corpo humano. Diante das evidências e para reparar a visão equivocada, baseada em pesquisas que só levavam em conta a prevenção de cáries, muitos países simplesmente não utilizam mais o uso sistêmico do flúor como preventivo de cáries; apostam na educação alimentar, higiene e no uso tópico, diretamente aplicado nos dentes.



No Canadá, Áustria, Finlândia, Bélgica, Noruega, França e Cuba, alguns dos países que pararam de fluoretar suas águas, os índices de cáries continuaram caindo. Estudos sobre a ingestão do flúor, que a partir da década de 1970 também foi adicionado a alimentos, leites em pó e a alguns medicamentos, apontam malefícios graves e cumulativos para a saúde em geral. Os danos começam pela fluorose, que pode ser leve, causando manchas esbranquiçadas nos dentes, ou grave, quando a dentição permanente fica com manchas marrons ou chega a ser perdida, esfacelando os dentes. Para que isso ocorra basta que crianças de zero a seis anos sejam expostas à ingestão diária do íon. O resultado visível só aparece nos dentes permanentes, já a ingestão de flúor na gravidez compromete a primeira dentição da criança.



O flúor no corpo



Quando ingerido o flúor é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do intestino delgado. Sabe-se que 50% dele são eliminados pelos rins e que a outra metade aloja-se junto ao cálcio dos tecidos conjuntivos. Dentes e ossos, ao longo do tempo, passam a ficar deformados, surgem doenças e rachaduras.



A hipermineralização dos tecidos conectivos dos ossos, da pele e da parede das artérias é afetada, os tecidos perdem a flexibilidade, se tornam rígidos e quebradiços. Para que tudo isso ocorra, segundo estudo de 1977 da National Academy of Sciences, dos EUA, o corpo humano precisaria absorver durante 40 anos apenas 2 mg de flúor por dia. Parece difícil ingerir tanto, mas a fluorose já é um fato, uma doença moderna comprovada.



Diversos estudos químicos atestam que o flúor é tão tóxico como o chumbo e, como este, cumulativo. Quanto mais velhos, mais aumentamos a concentração de flúor nos nossos ossos, o que traz maiores riscos de rachaduras e doenças como a osteoporose (veja o primeiro link). A versão natural do flúor, encontrada na natureza, inclusive em águas minerais, peixes, chás e vegetais, tem absorção de 25% pelo corpo humano, mas a fluoretação artificial é quase que totalmente absorvida.



A maior parte se deposita nas partes sólidas do organismo, os ossos, e parte pequena vai para os dentes. Acredita-se que o fluoreto natural tenha algum papel importante para a saúde humana, mas isso ainda não foi completamente comprovado.



No Brasil, a adição de flúor à água começou em 1953 em Baixo Guandu (Espírito Santo), virou lei federal (6.050/74) e a campanha da fluoretação das águas, abraçada pela odontologia em parceria com sucessivos governos desde a década de 1960, continua em alta e tem como meta atingir 100% da água brasileira encanada. Águas potáveis também recebem flúor e algumas águas minerais possuem mais flúor em sua composição do que é recomendado para evitar a fluorose, que é algo situado entre 0,5 ppm e 1 ppm, dependendo da temperatura ambiente, já que no verão ou em locais mais quentes se consome mais água.



Os odontologistas que ainda defendem a adição do flúor na água potável e encanada afirmam ser a fluorose, que atingiu adolescentes nas últimas gerações com manchas brancas, um problema menor diante das evidências de redução das cáries, comprovadas por várias teses, elaboradas nos anos 1960 e 1970. Segundo eles, esse método é o mais eficaz para reduzir índices de cárie que variam entre 20% e 60%. Da década de 1960 para cá, além da fluoretação das águas brasileiras, a população teve acesso maior às escovas de dentes, que se tornaram mais baratas e populares. Na Suécia, por exemplo, onde não há fluoretação das águas, a cárie foi erradicada por meio da educação da população.



O flúor nos dentes



A redução de cáries por acesso ao flúor ocorre em decorrência de uma regulação do ph bucal, que teria maior constância via corrente sanguínea a partir da ingestão dessa substância. Após escovarmos os dentes com creme dental fluoretado, mantemos o ph ideal por cerca de duas horas. Apesar da campanha pró-ingestão de flúor, nenhum dentista defende a água fluoretada sem a dobradinha boa higiene e boa alimentação.



Não há ph administrado pelo flúor que regule os detritos retidos entre os dentes; esses detritos desregulam o ph local, tornando-o mais ácido, o que favorece o surgimento de cáries e outras doenças periodontais. O açúcar torna o ph do sangue muito ácido e ao lado dele o outro grande vilão é o carboidrato, daí os odontologistas condenarem o abuso de doces, biscoitos e pães entre as refeições, especialmente os feitos com farinhas refinadas.



Segundo Pedro Cordeiro, odontologista em Florianópolis, uma boa alimentação e uma escovação bem feita três vezes ao dia são métodos extremamente eficazes para a prevenção de cáries. "Recomendo aos pais que não usem creme dental fluoretado em crianças até cinco anos, pois é possível que engulam o creme acidentalmente ou voluntariamente, o que acarretaria a fluorose". Uso de fio dental, escovação com água e uma boa alimentação são suficientes para evitar o surgimento de cáries em qualquer idade, garante o dentista.



Medidas seguras



Na água potável encanada são recomendados no máximo 0,6 ppm de flúor, o que causa em crianças menores de sete anos uma fluorose mínima ao nascerem os dentes permanentes. "Acima de 1,5 ppm de flúor na água bebida por crianças menores de sete anos, a fluorose é mais agressiva e pode causar má aparência nos dentes permanentes, mas existe tratamento para essa fluorose nos consultórios dentários", garante o professor Jaime Cury, da Unicamp, defensor da adição de flúor à água. Em Cocalzinho, cidade de Santa Catarina, o flúor contido numa água natural, (1000 ppm) causou sérios danos aos dentes das crianças da região, com perdas parciais e totais dos dentes permanentes.



Profissionais de várias partes do Brasil interessaram-se pelo caso, que foi documentado no final da década de 1980. Em 2004 a água mineral Charrua, do Rio Grande do Sul, apresentava 4ppm de flúor, o que pode resultar em fluorose avançada. O flúor está presente nos cremes dentais desde 1989, inclusive nos infantis, sendo hoje difícil encontrar no mercado convencional um creme dental para uso diário sem o íon.



Normalmente os cremes dentais recebem de 1000 ppm a 1800 ppm de flúor. Não há pesquisa que ateste que o flúor aplicado, sem ingestão, cause qualquer mal, mas segundo vários estudos em odontopediatria, os problemas de fluorose verificados em todo o Brasil nos últimos anos estão relacionados ao uso de creme dental porque crianças pequenas, além de serem extremamente vulneráveis à ingestão do flúor, engolem acidentalmente ou voluntariamente o creme dental. Uma das razões da ingestão voluntária, em crianças maiores de três anos, se deve ao sabor doce dos géis dentais infantis. A fluorose aparente nos dentes de crianças e adolescentes é uma realidade no Brasil.



Diferenças de miligramas são fatais



O argumento que sustenta a adição de flúor à água potável encanada e às águas engarrafadas baseia-se na defesa do controle da cárie infantil. Mas em 1974, quando as águas brasileiras começaram a ser fluoretadas em massa, os cremes dentais não eram fluoretados e as informações sobre os hábitos de higiene e de alimentação ainda se iniciavam nas capitais e cidades maiores. Naquela época, o flúor ainda não era adicionado a medicamentos, chicletes, biscoitos e leites em pó para bebês, que, quando somados ao flúor da água, ultrapassam o nível recomendado para lactantes em até 80%.



O leite humano possui cerca de 00,1ppm de flúor, uma quantidade já bastante inferior à dos leites em pó, mais isso depende, obviamente, da alimentação da mãe. Durante a década de 1980, quando a fama do flúor como preventivo de cáries era inquestionável, muitas mulheres grávidas tiveram prescrição para tomar comprimidos que incluíam o íon na composição. Hoje já não se receitam suplementos de flúor para gestantes, pois as que tomaram enfrentaram problemas de fluorose na primeira dentição de seus filhos. Foi um teste "científico" que não deu certo, mas não foi o primeiro.



Flúor e o nazismo



As primeiras pesquisas com ingestão de flúor em humanos foram feitas em campos de concentração nazistas com o intuito de acalmar os prisioneiros, que ingeriam o íon a partir da água com até 1500 ppm de flúor.



O resultado gerava uma espécie de apatetamento. Os prisioneiros cumpriam melhor suas tarefas sem questioná-las. Com o mesmo objetivo, o flúor é adicionado a alguns medicamentos psiquiátricos hoje em dia. Mais de 60 tranquilizantes largamente utilizados contêm flúor, como Diazepan, Valium e Rohypnol, da Roche, ligada à antiga I.G. Farben, indústria química que atuou a serviço da Alemanha nazista.



Essa ligação histórica desperta brigas ferrenhas entre os adeptos da adição do flúor à água e os que são contra, esses últimos acusados pelos primeiros de fazer terrorismo e estabelecer o caos social em nome da nova ordem mundial, que está aí a questionar as bases que sustentam a economia.



A Associação Brasileira de Odontologia recomenda a adição de flúor à água potável como método preventivo fundamental para o Brasil, país grande, de população pobre e desinformada sobre os hábitos de higiene e de alimentação. Segundo o professor Jaime Cury, que passou mais de 20 anos estudando a prevenção da cárie, o flúor adicionado à água tem uma importância social inquestionável. "Gostaria de ser o primeiro a anunciar que o flúor não precisa mais ser adicionado à água. Mas o povo brasileiro, a maior parte da população, a que é pobre e desinformada, não escova os dentes corretamente, não pode cuidar da alimentação e é beneficiada pela adição de flúor na água."



Para ele, "a fluorose leve que não causa mal-estar social, nem deveria ser considerada um problema ou doença porque as crianças com fluorose leve, manchinhas brancas, têm dentes mais fortes".



Questões políticas



A ciência odontológica vê a fluorose média ou grave como problema principal em consequência da adição de flúor à água, mas médicos, químicos e toxicologistas afirmam que a fluorose é apenas o começo de um problema espalhado por todos os ossos do corpo, sobrecarregando a glândula pineal e acarretando outras consequências na saúde devido a alteração do funcionamento bioquímico. Eles alertam que as doenças podem demorar anos para surgir, pois o flúor é cumulativo.



Nunca houve uma denúncia formal ligando o flúor à indústria de alumínio; as pesquisas feitas por químicos e neurologistas focam exclusivamente os danos do íon à saúde humana. Polêmica à parte, algo não está sendo levado em conta: é praticamente impossível encontrar água que não tenha sofrido adição de flúor. Por uma convenção entre sucessivos governos, a ciência odontológica e a indústria de alumínio, o brasileiro perdeu o direito de beber água sem o aditivo.



*Cláudia Rodrigues, jornalista, terapeuta reichiana, autora de Bebês de Mamães mais que Perfeitas, 2008. Centauro Editora. Publicado no Sul21. Blog da Cláudia: http://buenaleche-buenaleche.blogspot.com/